Não leve a mal.
Oh, meu amor periférico...
- disse de ré -
...não pude tocar as notas altas
deste teu disco genérico
Me sopro na flauta doce da vida
mergulhada
em uma xícara
de café.
Sol,
no invisível
habita seu mundo sidérico.
lá,
bem longe
onde não toca a faltosa fé
estica que
dói dói dói
com dó
me fita,
enquato preparo meu grito histérico
e laço meu pangaré.
Mia, mia
fala.
Faca no couro
enfio.
Chacoalhada,
água fervendo
e o tamborim nascendo de si
na noite pelada.
É preciso tocar o carnaval...
a mal não me leve.
Leticia Frederico
pra vc que, perifericamente, ama, loucamente, algum ALEXANDRE
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