Sinhá, vou lhe falar
Meu sangue é tão vermelho
Mas minha pele nunca há de corar
Você que me obrigou a neste dia
Trabalhar
Um dia espero que nao venha a se lamentar
Quando teu sorriso branco
Cheio de luz se apagar
E tua alma transparente se puser a enfim voar.
Zumbi... zumbi.... zumbido?
É só uma mosca no teu ouvido,
Deixa pra lá
Veste teu vestido
Este, que com minhas mãos, acabei de passar
E aproveite o feriado para poder passear
Que ao fim da tarde o meu ônibus vou correr pra apanhar
E pro meu lar eu vou voltar
Amanhã, você também vai enforcar?
Eu hei de bem cedo aqui chegar
Sua casa vou arrumar
Pra sua fome, cozinhar
Pra seu aceio, vou limpar
Também no sábado, pra sua casa vazia
Devo retornar
Domingo é de alforria
Boa noite
Bom dia.
Meu sangue é tão vermelho
Mas minha pele nunca há de corar
Você que me obrigou a neste dia
Trabalhar
Um dia espero que nao venha a se lamentar
Quando teu sorriso branco
Cheio de luz se apagar
E tua alma transparente se puser a enfim voar.
Zumbi... zumbi.... zumbido?
É só uma mosca no teu ouvido,
Deixa pra lá
Veste teu vestido
Este, que com minhas mãos, acabei de passar
E aproveite o feriado para poder passear
Que ao fim da tarde o meu ônibus vou correr pra apanhar
E pro meu lar eu vou voltar
Amanhã, você também vai enforcar?
Eu hei de bem cedo aqui chegar
Sua casa vou arrumar
Pra sua fome, cozinhar
Pra seu aceio, vou limpar
Também no sábado, pra sua casa vazia
Devo retornar
Domingo é de alforria
Boa noite
Bom dia.