Quantos sonhos morreram de preguiça
acordei sem sono esta manhã
um enjoo só
um sol, morto iluminando o dia
quanto amor
morrerá afogado na piscina
todo desforme
uma fôrma em sol lá si bemol
um ponto e o centro do mundo
cheio de linguas enormes
carentes de tempo presente
cama e colchão sem lençol.
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